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    03-02-2020

    Estado de emergência 

    Governo brasileiro acelera medidas preventivas para conter o novo coronavírus no País 


    O Brasil tem 16 casos suspeitos do novo coronavírus até o dia 3 de fevereiro de 2020. Mesmo sem casos confirmados até o fechamento desta nota, o governo federal irá decretar “estado de emergência” como medida protetiva à propagação do 2019-nCoV, conforme afirmou o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

    A intenção é agilizar a contratação de equipamentos sanitários e montagem de área de quarentena para receber, de início, cerca de 40 brasileiros com pedidos para retornar de Wuhan, na China, onde surgiu e há a maior concentração do 2019-nCoV. A previsão é a de que voltem entre 7 e 8 de fevereiro, em voo da Força Aérea Brasileira (FAB) e fiquem em quarentena em uma base militar em Anápolis (GO), considerada estratégica pela proximidade com o Hospital das Forças Armadas, em Brasília. 

    No dia 2 de fevereiro, o Ministério da Saúde (MS) atualizou as informações repassadas pelas Secretarias Estaduais da Saúde sobre 16 novos casos suspeitos da infecção pelo novo coronavírus. Há casos em São Paulo (8), Rio Grande do Sul (4), Santa Catarina (2), Ceará (1) e Paraná (1).  

    Os rumos adotados pelo MS seguem raciocínio similar ao tomado, em maior alcance, pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 30 de janeiro: diante do avanço da epidemia, decidiu classificá-la como “emergência de saúde pública de interesse internacional”, definida como “evento extraordinário que constitui um risco à saúde pública para outros Estados, por meio da disseminação internacional de doenças, e que potencialmente exige uma resposta internacional coordenada”. 

    Evento raro, na última década, a OMS só usou esta classificação em outras cinco ocasiões: em virtude do vírus H1N1, em 2009; devido às epidemias de pólio e, depois, de ebola, no oeste da África, ambas em 2014; à Zika, no Brasil, em 2016; e em 2019, com a epidemia ainda em curso de ebola na República Democrática do Congo. 

    Apoio à população 
    Os governos Federal e Estadual de SP anunciaram a criação de novas estratégias na internet para a orientação à população e que vale a pena divulgá-las aos  pacientes como complemento às informações prestadas em consulta. 

    •    Evitem fake news sobre a doença. O Ministério da Saúde realizou parceria com o Twitter. Quem digitar “coronavírus” ou “novo coronavírus” no campo de busca desta rede social receberá notificação voltada ao acesso à página do Ministério sobre o assunto, responsável por “informações oficiais, atualizadas e confiáveis”; 

    •    O Governo do Estado de São Paulo criou um hotsite com detalhes sobre a doença. Além dessa iniciativa, o governo se aliou à Prefeitura Municipal de São Paulo em um plano de contingência e para a formação de um grupo para criar estratégias e prevenção do vírus. 

    Recomendações do CDC 
    O Centers for Disease Control and Prevention (CDC) de Atlanta (EUA), fez uma nova recomendação aos profissionais de saúde encarregados de lidar com o transporte e acolhimento de pacientes potencialmente infectados. Entre os itens estão: 
    - Manterem-se atualizados sobre as informações mais recentes quanto a sinais e sintomas, testes de diagnósticos e definições de casos do novo coronavírus, e, ainda, sobre as medidas de prevenção e controle;
    - Estarem alertas aos pacientes que atenderem à definição de casos suspeitos, e à notificação obrigatória;
    - Identificarem como, quando e onde buscar avaliação em saúde ocupacional após exposição desprotegida; 
    - Se estiverem doentes, o melhor é permanecerem em casa. 

    Veja mais informações importantes aos médicos sobre o coronavírus


     


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